Na minha teoria-simplista-e-retórica, a gente escolhe quem ama, a gente elege por critérios desconhecidos, encobertos, silenciosos e blá blá blás inexplicáveis. Tá certo, talvez seja mesmo vindo de alguém que-não-entende-nada-sobre-amor [...] Melhor arriscar... minhas palavras, infelizmente, nunca souberam mesmo quando devem ser proferidas e quando não.
"Amar, talvez, seja isso:
descobrir o que o outro fala,
mesmo quando ele não diz".

(É preciso muito mais que água...)
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