segunda-feira, 5 de outubro de 2009

"Um outro dia, embaixo da chuva, esperamos um barco à beira de um lago; a mesma lufada de aniquilamento me atinge, desta vez por felicidade. Assim, às vezes, a infelicidade ou a alegria desabam sobre mim, sem nenhum tumulto posterior, nenhum outro sentimento: estou dissolvido, e não em pedaços: caio, escorro, derreto. Este pensamento levemente tocado, experimentado, tateado (como se tateia a água com pé) pode voltar. Ele nada tem de solene. É exatamente a doçura."


Roland Barthes



:)





Ah [...] quem me dera se todas as segundas-feiras tivessem aquele tom-de-sexta (aos 16).

E um suspiro nostálgico.

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