Eu guardo os pedacinhos dos dias na memória do coração [...] E trouxe no bolso cem histórias para um livro bonito e bem humorado. Achei que fosse espontaneidade e só. Ás vezes as palavras escapam e sem querer eu me mostro (perco as travas). Não; nada de patologias! Apenas provocações que legitimam a necessidade de se perder no tempo e pronunciar asneiras desnecessárias e ilógicas.
"Quisera eu ter a facilidade de não saber discutir pessoas [...]
Quisera eu viver demais e pensar de menos...
Quisera eu discutir maiores idéias"
(...)
E na chegada a surpresa: o queridito sobrinho querer pular-fora-da-barriga-da-mamãe! ai, você precisa tanto de proteção... Que venha (quando der) como seu jeito tão esperado e com o sorriso encantado.
Espero as boas notícias com coração apertado.
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