sexta-feira, 5 de março de 2010

Descobri aos poucos que amar é deitar no colo, pedir cafuné e ganhar sem pedir. É amar as mãos. É alargar o riso quando o abraço encontra. É o deitar no ombro, olhar nos olhos, apertar as bochechas, das as mãos com dedos mindinhos. Amor é viagenzinha pra perto ou longe, junto (ou separado). Amor é ter a letra da música tema numa folha de caderno escrita as pressas com letra de forma. Amor é sentar junto dia de domingo. Amor ás vezes é briga, incompreensão. Amor é pedir perdão. É ver sessão da tarde, é ter histórias pra contar, amigos pra compartilhar, colo pra se aconchegar. Amor é em dia de chuva ficar quentinho. É comer pipoca vendo jogo no sofá apertado. É fazer confissões que nunca serão despedaçadas. Amor é feito de cheiros, e ás vezes feito de dúvidas.




Amor [...]
ainda que, não mais amor.

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Leros Leros