Lembro das manhãs de domingo, dos dias de sol, de filmes de sessão da tarde, dos vídeos piegas que ríamos juntas, dos cafunés, dos risos, dos cafés. Sinto falta da ternura espontânea, dos segredos cochichados envolvidos por uma confiança interminável. Lembro com doçura dos dias de beleza e da surpresa de descobrir quase-juntas das coisas que realmente nos faziam bonitas.
Hoje, saudades. Espero que, em um tempo breve, eu consiga RE-construir a história bonita que perdeu seu curso...
"Só posso estar na vida das pessoas, se for para fazê-las crescer, do contrário, sou perfeitamente dispensável" (Pe. Fábio de Melo)
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