domingo, 19 de dezembro de 2010

"Em todas as idas e vindas, obscuramente eu sempre sabia:

embora tudo mude, nada muda por que tudo permance aqui dentro,
e fala comigo, e me segura no colo quando eu mesma não consigo sustentar.
E depois me solta de novo, para que eu volte a andar pelos meus próprios pés.

A vida é mãe nem sempre carinhosa, mas tem uma vara de condão especial: o mistério com que embrulha todas as coisas, e algumas deixa invisíveis."
(Lya Luft)
 
 Voltei inteira, com sorriso maior [ainda]. Mais forte e sensível também, com olhar límpido. O tempo passou e passaram-se as nuvens. Nubladas.
 
E eu voltei, no tempo que é, tão somente, meu. Lá atrás vejo gente que ficou, outras que desistiram, outras que eu desisti pra valer. O importante foi não ter desistido de mim mesma. E seguido costurando caminhos em as responsabilidades maiores são minhas.

2 comentários:

  1. Tão feliz de ler isso tudo!!! Muito mesmo!!!
    To chegando pros abraços apertados e os "cozumels" salgados!!
    bjossss
    B.

    ResponderExcluir
  2. "Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma."

    (Clarice Lispector)

    ResponderExcluir

Leros Leros